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BOOK - "novo" dispositivo de conhecimento! PDF Imprimir E-mail
Escrito por Adriano Cattai   

Parece piada, mas não é!

 

 
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Escrito por Adriano Cattai   

Vamos lá pessoal... perguntas básicas:

  1. Alguém sabe o que é picareta?
  2. Alguém sabe o que é picareta da educação?
  3. Deveria ter picareta na educação?

Vejam essa aula do professor sem ponta:

 

 

Última atualização em Qui, 05 de Julho de 2012 23:22
 
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Escrito por Adriano Cattai   

O que você faria com R$ 30,00?

Sabe o ditado popular: ou dá ou desce?

Foi mais ou menos assim que aconteceu comigo hoje. para terminar os dias das mães com estilo, comprei ingressos para assistir o espetáculo Varekai... e lá vamos nós.

Na entrada do Parque de Exposições uma moça levou meus 30 pilas sem nem dar uma piscadinha para mim. Sorissos foram de montão... lógico, os 30 pilas não saíram do bolsa dela. O ingresso não é nada barato, não quero que seja diferente, só não entendi uma coisa:

Por que o circo instalado num local tão amplo precisa cobrar para deixar o carro? 30 pilas é de lascar...

No Quidam, fui com uma camisa de palhaço (tudo a ver com o Circo Brasil). Neste, deveria ter ido com uma camisa de otário. Cobre o valor do ingresso que quiser. O espetáculo é realmente um espetáculo: artistas e atletas se misturam num só pessoa! Mas, não precisa cobrar 30 pilas para deixar o carro num gramado e 6 pilas numa latinha de guaraná.

É Brasil, você é demais! Temos que ser abestalhado ou maluco para dizer que está tudo bem com vc!

Como se dizem por aí: entre mortos e feridos, todos se salvaram!

Graças a Deus que o domingão dos dias das mães foi muito bom: dia bonito de sol; todos com saúde; baêa campeão; Federer campeão do 1000 de Madri e almoço de dias das mães com comida saudáveis e saborosas (visto que muita gente nem tem o que comer).

Boa noite e até o próximo dia das mães!

Última atualização em Sáb, 25 de Agosto de 2012 09:41
 
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Escrito por Adriano Cattai   

Por Reginaldo de Souza Silva ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. )

A realidade nua e crua das repartições públicas está escancarada. Procura-se noite e dia os culpados pela ineficácia do Estado, pela politicagem e o uso da máquina pública, que vem contrariando o princípio elementar de servir ao bem comum.

O dia do Servidor Público ou funcionário público é comemorado no dia 28 de outubro, data instituída no governo do presidente Getúlio Vargas, com a criação do Conselho Federal do Serviço Público Civil, em 1937 e, posteriormente, em 1938 com a utilização dos serviços no Departamento Administrativo do Serviço Público do Brasil, tendo seus direitos e deveres publicados no decreto nº 1.713, de 28 de outubro de 1939, motivo pelo qual é o dia da comemoração desse profissional.

Os serviços públicos estão divididos de acordo com os órgãos das esferas de governos (municipais, estaduais ou federal), prestados em várias áreas de atuação, educação, justiça, saúde, segurança, meio ambiente, previdência e assistência etc.

Apesar de a legislação definir que para ser servidor público é preciso participar e ser aprovado em concurso, garantindo assim a vaga enquanto profissional, o sucateamento do serviço público vem retirando dos profissionais a estabilidade, que permitia a dispensa das funções/cargo nos casos extremos, em que se comprove a falta de idoneidade de um funcionário público.

Se outrora, havia um orgulho e uma qualidade implícita no exercício da função de Servidor Público, hoje esta premissa não pode ser amplamente comprovada em várias repartições. O respeito, a valorização, a competência atestada pelo mérito avaliado através de concursos públicos, deu lugar aos cargos comissionados, nomeados, as funções delegadas, ao empreguismo, aos cabides políticos etc.

Mas onde estará o servidor público cônscio de suas responsabilidades? Está nas mesmas repartições e continuam mantendo a máquina pública viva, nas ambulâncias e postos de saúde, na porta e dentro das escolas, nas secretarias, nos departamentos, nas estradas e rodovias, nas delegacias e postos de fronteiras, cuidando do “céu”, do “mar” e da “terra”. Mas estes, outrora valorizados, não são reconhecidos pelos governantes, Presidência da República, Ministros, Governadores, Prefeitos, Secretários e Dirigentes de repartições. Estamos também agonizando nas universidades públicas federais (tentando qualificar o REUNI) e outras abandonadas como as universidades públicas estaduais deste imenso país. Educação é vista como despesa e não como investimento!

Servidores Públicos sofrem na pele as denuncias de superfaturamento, improbidade administrativa, malversação do dinheiro público etc. Há um esforço governamental intencional para desacreditar o serviço público, que vem deixando de ser atrativo para os melhores profissionais, por motivos como, as baixas remunerações, as precárias condições de trabalho, a flagrante defasagem salarial e perdas remuneratórias históricas. Os salários pagos, muitas vezes com atraso, pelos cofres públicos (municipal, estadual e federal) não garantem qualidade de vida e dedicação exclusiva. Lutamos para que todos os servidores públicos, assim como a população brasileira, tenham um conjunto de situações que concorram para a qualidade de vida, refletindo em um estado de total bem-estar físico, mental e social.

Para manter a garra e continuar levando em frente a bandeira da defesa intransigente da qualidade do serviço público a categoria dos Servidores Públicos não desiste. No Brasil onde trabalhamos 177 dias para pagar impostos aos governos municipal, estadual e federal, o servidor público não tem nada para comemorar no dia 28 de outubro.

Há “correntes” políticas, partidárias, ideológicas e de concepção de trabalho e gestão de recursos humanos que nos remetem a senzala que está presente e contribuindo para as diferenças que prevalecem.

Como exemplo do desmonte do serviço público e por conseqüência a desvalorização do servidor público temos governos como exemplo, o da Bahia, do partido que foi um dia intransigente defensor dos trabalhadores, atualmente sua preocupação com a melhoria das condições de trabalho e a recuperação das perdas salariais amargadas, não existe! Não há preocupação relativa à regulamentação e pagamento do adicional de insalubridade aos profissionais que dele fazem jus.

O discurso é o mesmo - não tem dinheiro, o estado ou a prefeitura estão quebrados e inadimplentes, e a palavra de ordem atual é a COPA 2014, mas a realidade constata ministros, governadores e prefeitos inchando cada vez mais as estruturas com os representantes dos líderes políticos, sobretudo, com os representantes dos seus novos aliados políticos que muitas vezes são fantasmas do serviço público.

Onde está o Servidor Público na política governamental? O governo não empossa servidor concursado, há concursos homologados há anos/meses, mas a pratica “política” é viabilizar contratos precários (sem pagar férias e 13º), descontando da remuneração até os dias de recesso ao longo desse período. Servidores com menor status profissional, motoristas, técnicos de enfermagem, agentes de saúde, limpeza, segurança e outras categorias, que são a base da maioria das repartições o descaso é explicito.

A (des)valorização do servidor público pelos gestores tem seus reflexos no ambiente de trabalho, na luta frente a população que sofre com serviços sucateados e servidores cada vez mais desmotivados, desvalorizados e desrespeitados.

No dia do Servidor Público, um dos pilares mais importantes da estrutura do Estado convidamos todo(a)s a refletirem: Qual o nosso papel como agentes transformadores da sociedade?

"Com leis ruins e Servidores Públicos bons ainda é possível governar. Mas com Servidores Públicos ruins as melhores leis não servem para nada."

Fonte: http://www.mises.org.br

Última atualização em Qui, 19 de Abril de 2012 16:26
 
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Escrito por Adriano Cattai   

Reginaldo de Souza SilvaEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Doutor em Educação Brasileira, professor do Departamento de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia.


No dia 15 de outubro de 1827 (consagrado à educadora Santa Tereza D’Ávila), D. Pedro I baixou um Decreto Imperial criando o Ensino Elementar no Brasil para que todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras, implicando na descentralização do ensino, no salário dos professores, nas matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como os professores deveriam ser contratados. A partir de 1947, essa mesma data passou também a ser considerada como o dia do professor, isso graças a quatro professores entre eles Salomão Becker que, para evitar a estafa de um longo período letivo, sugeriu um encontro no dia de 15 de outubro no Ginásio Caetano de Campos, no qual professores e alunos trariam doces de casa para uma pequena confraternização.

A celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963. O Decreto definia a essência e razão do feriado: "Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias".

Sabemos que, de todas as profissões, a mais importante para uma sociedade civilizada e democrática é a de professor, pois todas as demais, necessariamente, passam por ela. O professor cuida, assim, de vidas em toda a sua expressão.

Os discursos oficiais na última década reafirmam a importância e a necessária valorização do professor para o presente e o futuro de uma nação. Infelizmente, porém, pesquisas têm demonstrado que boa parte dos que escolhem a carreira docente a abandonam antes de completar os cinco anos de profissão e que a juventude, os melhores talentos, não querem se tornar professor. Afinal, o que tem hoje um(a) professor(a) (ou candidato à profissão) para ter orgulho de ter e estar nesta carreira? Os salários não são atrativos, as condições de trabalho são vergonhosas e a prática do desrespeito e da desvalorização é uma constante nas relações entre os profissionais e as várias secretarias de educação espalhadas pelo país (com poucas exceções). O caminho percorrido pelos professores brasileiros não tem sido fácil.

Neste dia 15 de outubro, os professores não têm muito a comemorar. Vilipendiados pelos baixos salários, pelas péssimas condições de trabalho, presenciam e vivenciam dia-a-dia na escola a agressão e a violência por parte de alunos e de seus familiares, outras vítimas da desorganização social pela qual passa o Brasil.

Aqueles que insistem e permanecem na profissão apesar de todos esses problemas, estão adoecendo. A estafa (hoje denominada stress), que tanto preocupou o professor Salomão Becker em meados do século passado, hoje é uma realidade para uma parte significativa dos profissionais do ensino. Professor, assim, tornou-se uma profissão de risco, uma espécie em extinção: poucos querem ser; quem se torna desiste precocemente; quem fica, adoece é desrespeitado e desvalorizado. O que está acontecendo?

A nosso ver, essa situação tem relação estreita com as contradições da sociedade atual, na qual escola (espaço principal de atuação da função docente) se tornou imprescindível, mas não prioritária, de maneira que o que importa não é a sua finalidade de humanização de homens e mulheres através do encontro de gerações, da socialização e reelaboração dos conhecimentos e saberes produzidos e sistematizados pela humanidade, mas sim os números que ela pode gerar.

Não fosse isso, por que manter salas com números absurdos de alunos que comprometem qualquer qualidade pedagógica? Por que não aprovar um Sistema Nacional de Educação através do qual seja possível garantir uma educação igual para todos, combatendo a escola dual - uma escola para os pobres (nas periferias, nos períodos noturnos, zona rural) e outra para os ricos? Por que continuar tratando a profissão de professor como um ofício, na qual é possível ingressar sem uma formação adequada e sem a realização de concursos públicos, priorizando no próprio sistema público a proletarização via contratação por regime temporário, prestação de serviços, etc? Por que tudo isso se já temos competência e dinheiro de sobra para a solução e o enfrentamento de todos esses problemas?

O fracasso da educação é de responsabilidade de toda a sociedade e, especialmente, dos governadores de estados, dos prefeitos, secretários estaduais e municipais de educação, enfim, daqueles a quem elegemos por voto direto para gestar os recursos e pensar a política para educação no nosso país. O nosso voto, porém, não deve significar, de modo algum, que os dirigentes (estadual e municipal) se aventurem a governar sem competência para fazê-lo. Não os autoriza a executar o que não sabem, pois a responsabilidade ética, política e profissional os colocam em dever de prepararem-se, de capacitarem-se, de educarem-se antes mesmo de iniciar sua atividade a frente do governo estadual, municipal e das respectivas secretarias de educação. Precisamos de gestores que pensem a educação, a escola e a docência como um projeto de Estado, como um projeto de nação, e não como um projeto, moeda de trocas, restrito e pessoal de governo.

Os professores estão cansados e, infelizmente a sua estafa não passará com um dia de comemorações, doces e presentes. Precisam ser reconhecidos, valorizados, respeitados; precisam trabalhar dignamente e terem direito a uma formação justa e adequada. No dia 15 de outubro de 1827, um Decreto iniciaria mudanças na concepção de escola e de instrução no Brasil. Em 1932 o Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova reforça a importância da educação. 184 anos depois é preciso que, juntamente com as comemorações, também a sociedade brasileira tome como marco desse dia a inconformidade com o estabelecido nas escolas (espaço de atuação dos professores) e nas universidades (espaço de formação dos professores) passando a exigir as efetivações de conquistas para a educação brasileira. Chega de conformismo! Chega de naturalizarmos a falta de qualidade na educação brasileira! Chega de responsabilizarmos os professores, alunos, pais e mães pelo descalabro da educação! Chega de construirmos falsos índices e indicadores! Consciente da batalha que estamos enfrentando, celebremos o dia do professor com orgulho e luta para evitarmos o extermínio de nossa profissão.

PARABÉNS por sua profissão, Professores e Professoras brasileiros!

PARABÉNS pelo nosso dia!

Dia do Professor

Última atualização em Dom, 30 de Outubro de 2011 18:48
 
Esporte Espetacular (Globo.com) em Canavieiras-BA PDF Imprimir E-mail
Escrito por Adriano Cattai   

Tande vai à Canavieiras, interior da Bahia, para conhecer povoados apaixonados pelo vôlei

Canavieiras é um município do estado da Bahia. Localizado ao sul do estado à 560 km de Salvador com aproximadamente 40.000 habitantes recebe a visita de Tande (seleção brasileira de vôlei) para gravação de uma matéria, exibida hoje (16/10/11) no Esporte Espetacular (Rede Globo) contando e mostando o Projeto Viva Vôlei na comunidade dos Campinhos. Veja vídeo abaixo:

Tande & Boinha

http://globoesporte.globo.com/videos/esporte-espetacular/v/tande-vai-ao-interior-da-bahia-para-conhecer-povoados-apaixonados-pelo-volei/1664393/

Última atualização em Dom, 30 de Outubro de 2011 18:51
 
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